O Manifesto de Transporte de Resíduos, conhecido como MTR, é uma ferramenta essencial para garantir a rastreabilidade dos resíduos gerados por empresas.
- 13 de jun.
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Ele acompanha a movimentação desde o gerador até o destinador, registrando informações como tipo de resíduo, quantidade, transporte, destino e aceite.
Para empresas, o MTR não deve ser tratado como simples documento operacional. Ele é uma prova de controle ambiental.
A responsabilidade do gerador não termina quando o resíduo sai da unidade. A empresa precisa comprovar que a movimentação ocorreu de forma regular e que a destinação final foi adequada.
Quando o MTR não é emitido, é preenchido de forma incorreta ou não é acompanhado até o encerramento, a empresa perde rastreabilidade. Isso pode gerar inconsistências em declarações, problemas em fiscalizações, dificuldades na renovação da licença e exposição a autuações.
Também é importante lembrar que falhas de transportadores ou destinadores podem afetar o gerador. Por isso, não basta terceirizar a destinação. É necessário controlar a cadeia.
A gestão adequada envolve emissão do MTR antes do transporte, conferência dos dados do resíduo, validação dos fornecedores, acompanhamento do recebimento e organização dos documentos para futuras declarações.
Empresas que mantêm esse controle reduzem riscos e demonstram maturidade ambiental.
O MTR é parte de um sistema maior de gestão de resíduos, que inclui PGRS, licenças, CADRI quando aplicável, certificados de destinação e declarações periódicas.
Controlar o MTR é controlar a responsabilidade ambiental da empresa.





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